segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Eminem - Mockingbird



"I can see you're sad, even when you smile, even when you laugh
I can see it in your eyes, deep inside you want to cry"

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Massive Attack - Karmacoma



Lembraste de me teres mandado esta música? eu sei que sim, e é espantoso como tu sabias...
De repente lembrei-me de ti. Queria correr para tua casa, para ti. Queria que me recebesses como se fosse a única e a tal para ti. Queria acordar a sorrir contigo ao meu lado. Estar tranquila no teu sofá...
No jogo Mahjong Titans todas as peças têm um par e acho piada quando já não há mais combinações. Não acho nada, fico triste porque perdi o jogo.
Acabei de abrir uma carta. Rasguei o papel. Soube bem apesar de terem sido apenas uns segundos de satisfação e de seguida voltar de novo ao que sou hoje.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Sim, rir faz doer.

Sempre que senti dor por alguém me deixar, achei que as minhas lágrimas e a minha dor eram causadas por me aperceber que já não me amavam mais... hoje descobri que eu nunca amei essas pessoas e que apenas queria amá-las e daí aceitava-las tal como elas eram, e apesar de achar que esse é o primeiro passo para amar alguém eu não tinha essa resposta de volta e deixei de me amar a mim mesma. Sei que cada um tem uma forma de viver e que talvez tenhamos que nos rir de nós mesmos, mas penso que só quando não dói rir... Sim, rir às vezes faz doer.
E um dia conseguirei pegar neste texto e escrever o que realmente não quero acreditar... que nunca me amei e daí ser impossível me amarem. Eu sou uma pessoa sem interesse algum, mas o meu objectivo hoje é viver o hoje, e se a dor da perda chegar que chegue mais tarde para eu poder rir antes de me doer.
E contrariando tudo, eu amo demais os outros, os outros amam-se demais.

quem ler este texto, espero que não o leve a sério demais, que se ria dele...

sábado, 2 de abril de 2011

Eu já te senti. Já me protegeste interior e exteriormente. Eu senti. Eu acredito que tu andas por aqui.

segunda-feira, 14 de março de 2011

domingo, 6 de março de 2011

Prestei atenção aos teus movimentos, aos teus passos e olhares, às tuas interrogações mudas. Eu tentei dar-te toda a liberdade e amar-te mesmo assim. Mas tu não me procuras, não te interessas por mim. Tu não sabes como agir, como dar passos comigo nem como me olhar. E isso é triste.
A ideia de me acabar está presente comigo todos os dias. E não deixa de ser curioso como já não sinto esse pensamento como um terrorista na minha vida, apenas tenho dias em que pondero todos os pontos e níveis a ver qual deles ganha e há outros dias em que não.

Goodbye my lover.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Queria que me visses a arranjar as unhas.
Que um raio de sol desenhasse uma risca na minha cara.
Em silêncio.
Queria que o vento soprasse os poucos cabelos que tenho à solta.
E aí sim, podias mostrar-me os teus beijos e os teus abraços.
Eu estou descalça, apenas com uma camisola cinzenta e cuecas rosa, sentada de pernas cruzadas no tapete branco e tu podias olhar-me e ver os nossos momentos maravilhosos.
Eu sei que tivemos momentos maravilhosos, eu sei que existes. Mas por alguma razão acordo sempre sozinha e sinto uma dor aqui junto ao peito que me tira o fôlego.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Eu não sei quem és. Mas sinto saudades de te ter ao meu lado quando acordo. Tenho a necessidade de recorrer a ti, abraçar-te e beijar-te. Mas eu sei que tu, que estás desse lado, és distante e não queres o meu amor quente, dedicado.
Desejo acabar contigo da melhor forma possível. Deste-me vontade de querer outra vez um corpo nu junto ao meu.
Mas a pergunta é: independentemente de tu quereres ou não, será que eu estou preparada para me despir novamente?

sábado, 6 de novembro de 2010

Que conversa é esta que tenho comigo todos os dias?
Estou em manutenção...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O que seria do mundo se todos se calessem durante 24h?
Lindo, mas ao mesmo tempo deprimente.
Mas às vezes é melhor que seja deprimente por se calarem do que por falarem em vão.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

um grito que liberta as almas afogadas em recheios escorregadios com sonhos sentimentais desperdiçados na compota. Mexi com a colher lá dentro com a ideia de comer o doce todo feita gulosa despedaçada, mas, logo após o engolir, todo ele refluxou para fora de mim como se não quisesse entrar ou talvez sair do sítio de onde proveio.

sábado, 8 de agosto de 2009

Raul Solnado


Raul Solnado
19 de Outubro de 1929 - 08 de Agosto de 2009

"Façam o favor de ser felizes"