quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Queria que me visses a arranjar as unhas.
Que um raio de sol desenhasse uma risca na minha cara.
Em silêncio.
Queria que o vento soprasse os poucos cabelos que tenho à solta.
E aí sim, podias mostrar-me os teus beijos e os teus abraços.
Eu estou descalça, apenas com uma camisola cinzenta e cuecas rosa, sentada de pernas cruzadas no tapete branco e tu podias olhar-me e ver os nossos momentos maravilhosos.
Eu sei que tivemos momentos maravilhosos, eu sei que existes. Mas por alguma razão acordo sempre sozinha e sinto uma dor aqui junto ao peito que me tira o fôlego.
Que um raio de sol desenhasse uma risca na minha cara.
Em silêncio.
Queria que o vento soprasse os poucos cabelos que tenho à solta.
E aí sim, podias mostrar-me os teus beijos e os teus abraços.
Eu estou descalça, apenas com uma camisola cinzenta e cuecas rosa, sentada de pernas cruzadas no tapete branco e tu podias olhar-me e ver os nossos momentos maravilhosos.
Eu sei que tivemos momentos maravilhosos, eu sei que existes. Mas por alguma razão acordo sempre sozinha e sinto uma dor aqui junto ao peito que me tira o fôlego.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Eu não sei quem és. Mas sinto saudades de te ter ao meu lado quando acordo. Tenho a necessidade de recorrer a ti, abraçar-te e beijar-te. Mas eu sei que tu, que estás desse lado, és distante e não queres o meu amor quente, dedicado.
Desejo acabar contigo da melhor forma possível. Deste-me vontade de querer outra vez um corpo nu junto ao meu.
Mas a pergunta é: independentemente de tu quereres ou não, será que eu estou preparada para me despir novamente?
Desejo acabar contigo da melhor forma possível. Deste-me vontade de querer outra vez um corpo nu junto ao meu.
Mas a pergunta é: independentemente de tu quereres ou não, será que eu estou preparada para me despir novamente?
sábado, 6 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
um grito que liberta as almas afogadas em recheios escorregadios com sonhos sentimentais desperdiçados na compota. Mexi com a colher lá dentro com a ideia de comer o doce todo feita gulosa despedaçada, mas, logo após o engolir, todo ele refluxou para fora de mim como se não quisesse entrar ou talvez sair do sítio de onde proveio.
sábado, 8 de agosto de 2009
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