terça-feira, 23 de agosto de 2011

Sim, rir faz doer.

Sempre que senti dor por alguém me deixar, achei que as minhas lágrimas e a minha dor eram causadas por me aperceber que já não me amavam mais... hoje descobri que eu nunca amei essas pessoas e que apenas queria amá-las e daí aceitava-las tal como elas eram, e apesar de achar que esse é o primeiro passo para amar alguém eu não tinha essa resposta de volta e deixei de me amar a mim mesma. Sei que cada um tem uma forma de viver e que talvez tenhamos que nos rir de nós mesmos, mas penso que só quando não dói rir... Sim, rir às vezes faz doer.
E um dia conseguirei pegar neste texto e escrever o que realmente não quero acreditar... que nunca me amei e daí ser impossível me amarem. Eu sou uma pessoa sem interesse algum, mas o meu objectivo hoje é viver o hoje, e se a dor da perda chegar que chegue mais tarde para eu poder rir antes de me doer.
E contrariando tudo, eu amo demais os outros, os outros amam-se demais.

quem ler este texto, espero que não o leve a sério demais, que se ria dele...

sábado, 2 de abril de 2011

Eu já te senti. Já me protegeste interior e exteriormente. Eu senti. Eu acredito que tu andas por aqui.

segunda-feira, 14 de março de 2011

domingo, 6 de março de 2011

Prestei atenção aos teus movimentos, aos teus passos e olhares, às tuas interrogações mudas. Eu tentei dar-te toda a liberdade e amar-te mesmo assim. Mas tu não me procuras, não te interessas por mim. Tu não sabes como agir, como dar passos comigo nem como me olhar. E isso é triste.
A ideia de me acabar está presente comigo todos os dias. E não deixa de ser curioso como já não sinto esse pensamento como um terrorista na minha vida, apenas tenho dias em que pondero todos os pontos e níveis a ver qual deles ganha e há outros dias em que não.

Goodbye my lover.